Nascida em Sampa
há 25 anos.
Criada no Rio,
E hoje habitando
Petrópolis.
Sagitariana de
Sol e Lua.
Flamenguista de
Coração.
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Sábado, Julho 31, 2004
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Hoje o Reaprendendo está completando seu primeiro ano de vida.
Pra comemorar essa data troquei a cor das cortinas, mudei alguns móveis de lugar e hoje fui mexer nas gavetas. Vasculhar o que se passou pelo meu canto neste primeiro ano.
Quanta coisa há nessas gavetinhas! Peguei-me rindo, chorando...
Hoje faz um ano que encarei o desafio de dividir a minha vida com quem a quisesse saber, com quem me quisesse sentir mesmo sem me conhecer. E quando cheguei por aqui não imaginava o quão gratificante seria. Descobri que por trás dos monitores existem pessoas mágicas, de almas coloridas, que transformam minha vida de forma real ultrapassando os limites que a virtualidade tenta impor. Pessoas que me ensinaram muito e me mostraram que a amizade existe em qualquer situação, bastando simplesmente você querer e saber se doar.
Eu continuo por aqui, partilhando meus sonhos, pedindo conselhos, contando meus causos. E querendo mais amigos, e querendo estar mais junto dos que já passeiam por aqui.
Eu fico por aqui com a certeza de que junto de vocês o caminho é mais florido, os passos são maiores. Sempre (Re) Aprendendo a Caminhar...
postado
por Sú às 11:56 AM
E você, o que me diz? |
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Terça-feira, Julho 27, 2004
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©Nelio Freitas
Quando seus braços me cercaram naquela noite, a vida mudou de cor.
E eu que jamais havia acreditado em amor a primeira vista, olho em teus olhos e me deparo com o amor.
Estranha a sensação, mas naquele momento mergulhei no verde dos teus olhos e fui dentro de ti buscar a minha alma.
E, de repente, tive a certeza mais que absoluta de que meu único e verdadeiro amor estava na minha frente, dizendo que por mim também procurava há muito tempo... Talvez por todo tempo.
E talvez ele nem tenha usado essas palavras, mas o amor transformou os sonhos em mais reais, os beijos em mais gostosos, as palavras em mais doces.
Até hoje não consigo dizer se esse tal amor é bom.
A sensação em si é perfeita. É como se duas almas que se conhecem por inteiro, tivessem se perdido em algum lugar do passado, e caminhassem procurando uma pela outra. E os corpos ao se esbarrarem pelo caminho, pobres corpos, fossem lançados pela saudade um para o outro, para se reconhecerem. Para as almas se reencontrarem.
E ali, naquele exato momento, as pessoas param, a música pára, a vida pára do lado de fora pra deixar que apenas o amor se realize.
Mas em contrapartida você vai desacreditando no que sentia pelas outras pessoas. E já não consegue se apaixonar apenas por um sorriso. E força se interessar por alguém, já que aquela pessoa é ótima, de caráter impecável; mas o interesse não perdura uma estação do ano sequer.
É estranho, mas ao mesmo tempo em que tive a chance de viver meu maior momento, o mais pleno, o mais mágico; também perdi a ilusão, as paixonites, e muitos sonhos (até ali tolos, eu sei) que adoçavam um bocado a vida.
E talvez ele nunca volte, mas eu continuo esperando...
E talvez ele nem se lembre, mas eu continuo acreditando...
Hoje, depois de exatos dois anos, e assim como em todas as noites, soprarei um beijo no vento e pedirei ao meu anjo que o leve até você. E que por aí, seja aí onde for, fique um pouco para te proteger.
Faz dois anos que eu encontrei o amor, e a sensação é de estar morando num sonho, onde apenas teu beijo pudesse me acordar.
P.S.: Pra saber mais desta história clique aqui.
postado
por Sú às 10:18 AM
E você, o que me diz? |
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Segunda-feira, Julho 19, 2004
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Queria mesmo é me mudar pra Bahia, virar professora e tocar bateria. Que meu trabalho tivesse vista pro mar, meu namorado me mandasse flores e meus amigos cantassem Bossa Nova. Queria que toda cerveja fosse bem gelada e que toda tarde fosse de sábado. Que, nas manchetes, assassinato fosse de dor de cabeça, mau humor, e antipatia. Que cultivássemos o sorriso, o samba no pé, a alegria. Beijo na boca fosse obrigatório, abraço lei. Que ser esnobe desse multa e ser mal educado, prisão. Queria que poesia fosse matéria obrigatória no colégio, e dança de salão na faculdade. Que jiló tivesse gosto de brigadeiro, Novalgina® de hortelã. Que a felicidade fosse uma brincadeira de roda; as lágrimas, chuva de verão e sua gargalhada a minha melhor composição.
Você pode dizer que fui quase uma criança ao escrever estas linhas, de rimas tolas, idéias simples. Mas a idéia era mesmo essa.
E tomara que você tenha conseguido olhar com a mesma doçura que tentei escrever, sem críticas, sem malícia. Porque se você, eu e todo mundo pudéssemos - ao menos de vez em quando - pensar assim "Que maravilha seria viver...".
postado
por Sú às 4:56 PM
E você, o que me diz? |
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Quarta-feira, Julho 07, 2004
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Olá Queridos!
Depois de longo tempo distante, estou de volta...
Havia o terrível problema da falta de tempo, não me deixando aparecer por aqui.
Mas agora há um ainda maior: problema de falta do que dizer!
Não ando conseguindo me expressar. Estou numa fase meio calada, e não tenho conseguido conversar nem com meus amigos mais próximos.
Pensei em terminar com meu blog. De que adianta ter um se não consigo mais escrever? Se parece que as palavras andam se escondendo de mim?
Só que não consegui deletá-lo...
Os poucos leitores do Reaprendendo são para mim pessoas de extrema importância. Fiz amigos muito especiais por aqui, e não quero deixá-los de lado. E por mais que eu não venha comentando, sempre passo em suas páginas para visitá-los.
E há também o fato de agora em julho este bloguito estar completando um ano de vida.
Então... Estou aqui novamente. Sem muito que dizer, mas com vontade de estar perto de vocês...
Ah... E logo, logo tem template novo no ar...
Um beijo enorme!
postado
por Sú às 12:00 PM
E você, o que me diz? |
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