Nascida em Sampa há 25 anos.

Criada no Rio,

E hoje habitando Petrópolis.

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Quarta-feira, Abril 28, 2004



Olá!
Eu que já andava displicente com este canto agora me encontro pior ainda.
Tenho tentado visitar vocês, mas não tenho conseguido. Se já não bastasse a falta de tempo, agora, aliada à ela, vem a falta de concentração.
Aqueles que leram o post anterior sabem que as coisas não estão muito fáceis.
Quero agradecer às orações, mas ao mesmo tempo pedir que continuem torcendo.
Gabriel saiu do hospital na segunda-feira.
Gabriel voltou sem fala, agora só emite sons desconexos. O AVC também paralisou parte de seu lado direito, fazendo com que mal ande e não abra a mão. Seu lindo sorriso está tortinho.
Mas Bibico é um guerreiro. Sei que em breve estarei aqui dando ótimas notícias.
Por enquanto tá difícil!


postado por Sú às 2:01 PM

E você, o que me diz?

 


Quinta-feira, Abril 22, 2004



Olá!
Essa semana infelizmente não é alegre. É uma semana cheia de esperança e pensamento positivo. Uma semana de união e amizade. E também de muito estudo e pesquisa.
Meu namorado* é um lindo menino de 4 anos de idade. Menino esse que tem por mim grande carinho, e por quem tenho amor e admiração.
Ele havia sido internado no Natal e depois de uma semana e enentos exames descobriram de que se tratava. Nesta terça-feira retornou ao hospital. Trata-se de uma doença rara, chamada Síndrome de MoyaMoya. Consegui poucas informações a respeito, e nenhum dado estatístico, como quantidade de casos ou expectativa de anos de vida.


"Moyamoya é uma síndrome rara em nosso meio (mas relativamente comum no Japão), em que ocorre uma inflamação dos ramos das artérias carótidas (que nutrem o cérebro). Esta inflamação leva à formação de trombos (coágulos dentro dos vasos sangüíneos).
Os sintomas são decorrentes da obstrução destes ramos ou do rompimento de vasos colaterais que se formam para compensar as obstruções. Ocorrem acidentes vasculares cerebrais ("derrames") que se repetem, e levam o paciente a uma progressiva deterioração neurológica.
O tratamento envolve o uso de medicamentos antiinflamatórios e, eventualmente, embolização de vasos sangrantes. O nome moyamoya significa "nuvem de fumaça" em japonês, devido ao aspecto dos múltiplos vasos colaterais na angiografia cerebral."


Alguns médicos dizem que não há cura, e que cada AVC será mais forte, retirando do meu pequeno, aos poucos, suas funções neurológicas.
Mas li também a respeito de uma moça em Santa Catarina que hoje é terapeuta ocupacional e descobriu a MoyaMoya quando tinha 14 anos.

"Ela voltava de uma festa com o pai quando começou a sentir fortes dores de cabeça. Era uma síndrome conhecida como Moya-Moya. Depois de três dias na unidade de terapia intensiva (UTI) de um hospital em Lages, Viviane buscou tratamento. Na época não contou com a ajuda de uma terapeuta ocupacional. Essa falta lhe motivou a buscar a profissão. Mudou-se para Joinville onde cursou terapia ocupacional (TO). Formada há dois anos, a jovem ainda possui seqüelas da doença, como fraqueza e lentidão no lado esquerdo do corpo".

Não sou médica, não entendo de exames e medicamentos, mas digo que acredito fielmente na força do Gabriel.
E se você conhecesse o sorriso dele, já o tivesse abraçado, com toda certeza diria o mesmo.
Ajude-me se puder: Orações, pensamentos positivos, informações adicionais, casos semelhantes. Meu e-mail está aí ao lado.
Um forte abraço a ti e meu muito obrigada.

*chamo Gabriel de namorado por ele também dizer a todos que é namorado da Tia Suzana.





postado por Sú às 12:58 PM

E você, o que me diz?

 


Segunda-feira, Abril 12, 2004




© Kim Anderson



Recebi este texto por e-mail de um ex - namorado e atual quase amigo.
Sabe que talvez esteja certo! (Será que nós mulheres somos malvadas assim?)
Aguardo a opinião de vocês...
Desconheço o autor, portanto se alguém puder informar-me citarei aqui.




JÁ SE VIU NUMA SITUAÇÃO ASSIM?

Tudo bem. Queremos homens legais, sexys, tarados, bonitos, inteligentes, carinhosos, ricos... Muito fácil falar; pois quando aparece um assim, de bandeja, a primeira coisa que a gente pensa é: Oba, me dei bem!

Ficamos com eles uma vez, duas... Começamos a pensar que esse é o cara que as nossas mães gostariam de ter como genros. Se sair um namoro, vai ser uma relação estável... Ele vai te buscar na faculdade, vocês vão ao cinema, num barzinho, na boate, vai ter sexo toda semana... Tudo básico, até virar uma rotina sem graça...

Você vai olhar as meninas lindas e maravilhosas indo pra noite arrasar e vai morrer de inveja. Vai sentir falta de ouvir aquelas cantadas idiotas na noite, falta de dar umas olhadas prum gatinho, ou de dar aquela dançadinha mais provocativa na pista.

Você pensa: acho que não estou pronta pra isso! E o bom menino se transforma num mala, e aos poucos vai surgindo um nojinho, uma aversão. Quando tu vê o nome dele no celular, não dá nem vontade de atender... JÁ ERA!

Daí aquela promessa de vida estável vai por água a baixo, se o cara não se dá conta, a gente começa a ser grossa, muito grossa. E o pobre menino pensa: o que eu fiz??? Coitado, ele não fez nada, a culpa é nossa mesmo...

Aí, a gente volta pra nossa vidinha, que a gente odiava até duas semanas atrás. A gente não vê a hora de sair e arrasar na noite... Grande ilusão! Você chega em casa depois da balada, sozinha e fica tentando descobrir porque você não está satisfeita. De repente foi porque o cara da night, o lindo, gostoso, misterioso, ficou contigo, passou a mão, tentou algo mais, mas nem sequer pediu o número do teu telefone.

FRUSTRAÇÃO. Daí, por mais que você não queira, você pensa no menino bonzinho que você deixou pra trás... Enquanto isso, o bom menino chateado, lesado, custa a entender o que ele fez pra ter te afastado dele...

Daí essa dúvida vira angústia, que vira raiva. Aí o cara manda tudo a puta que pariu... Não quer mais saber de nada, só de pegar muita mulher. Resolve não se envolver mais, para não sair lesado, chutado ou chateado... Muito bem, acabamos de criar um monstro, um cachorro...

O tempo passa e a gente continua na mesma... Volta a reclamar da vida e dos homens. Só queremos coisas com homens cachorros, que não estão nem aí pra nós... Eles são assim por culpa nossa. O nosso cachorro de hoje, era o bom menino de outra ontem... E assim sucessivamente...

Provavelmente, esse nosso ex-bom menino, deve estar enlouquecendo a cabeça de outra por aí... E agora? Qual é a solução??? O impressionante é que se você parar pra pensar, tanto você já criou um cachorro quanto também já "catou" um que foi criado por outra...



Talvez tenha sido um recado! *rsss
Um beijão pra todos,
Sú.




postado por Sú às 4:51 PM

E você, o que me diz?